quinta-feira, 23 de abril de 2009

Lugares Geométricos - exercício I








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Bom trabalho!



Prof. Cláudia Costa


Prof. Cláudia Costa, 22 de Março de 2009, Criado com
GeoGebra



domingo, 19 de abril de 2009

9º Ano- abril 2009

Mais umas fichas de preparação para o teste intermédio do 9º ano:



Ficha 1
Ficha 2

Ficha 3

Ficha 4

Ficha 5

Ficha 6

Ficha 7

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Teorema de Pitágoras


Quem foi Pitágoras?
Pitágoras, um dos maiores filósofos da Europa antiga, era filho de um gravador, Mnesarco. Nasceu cerca de 580 anos a.c., em Samos, uma ilha do mar Egeu, ou, segundo alguns, em Sidon, na Fenícia. Muito pouco se sabe sobre a sua juventude, a não ser que conquistou prémios nos Jogos Olímpicos.
Chegando à idade adulta e não se sentindo satisfeito com os conhecimentos adquiridos em sua terra, deixou a ilha onde vivia e passou muitos anos a viajar, visitando a maioria dos grandes centros da sabedoria. A história conta a sua peregrinação em busca de conhecimentos, que se estenderam ao Egipto, Indostão, Pérsia, Creta e Palestina, e como adquiriu em cada país novas informações, conseguiu familiarizar-se com a Sabedoria Esotérica, assim como os conhecimentos exotéricos neles disponíveis.
Voltou, com a mente repleta de conhecimentos e a capacidade de julgamento amadurecida, à sua terra, onde tencionava abrir uma escola para divulgar os seus conhecimentos, o que, porém, se mostrou impraticável, devido à oposição do turbulento tirano Policrates, que governava a ilha. Em vista do fracasso de uma tentativa migrou para Crotona, importante cidade da Magna Grécia, que era uma colónia fundada pelos dórios na costa meridional da Itália.
Foi ali que o famoso filósofo fundou a Escola ou Sociedade de Estudiosos, que se tornou conhecida em todo o mundo civilizado como o centro de erudição na Europa; foi ali que, secretamente, Pitágoras ensinou a sabedoria oculta que havia coligido dos ginosofistas e brâmanes da Índia, dos hierofantes do Egipto, do Oráculo de Delfos, da Caverna de Ida e da Cabala dos rabinos hebreus e magos caldeus.
Durante cerca de quarenta anos ele leccionou para os seus discípulos e exibiu os seus maravilhosos poderes; mas foi posto um fim à sua instituição, e ele próprio foi forçado a fugir da cidade, devido a uma conspiração e rebelião surgidas em decorrência de uma disputa entre o povo de Crotona e os habitantes de Síbaris; ele conseguiu chegar em Metaponto, onde, segundo a tradição morreu mais ou menos em 500 a.c..

A Escola de Pitágoras
A Escola de Pitágoras tinha várias características peculiares. Cada membro era obrigado a passar um período de cinco anos de contemplação, guardando perfeito silêncio; os membros tinham tudo em comum e abstinham-se de alimentos de origem animal; acreditavam na doutrina da metempsicose, e tinham uma fé ardente e absoluta no seu mestre e fundador da Escola.
O elemento da fé entrava a tal ponto na sua aprendizagem, que "autos efa" - ele disse - constituía uma destacada feição da Escola; por isso, a sua afirmação "Um amigo meu é o meu outro eu" tornou-se um provérbio naquele tempo. O ensino era em grande parte secreto, sendo atribuídos a cada classe e grau de instrução certos estudos e ensinamentos; somente o mérito e a capacidade permitiam a passagem para uma classe superior e para o conhecimento de mistérios mais recônditos.
A ninguém era permitido registar por escrito qualquer princípio ou doutrina secreta, e, pelo que se sabe, nenhum discípulo jamais violou a regra até depois da morte de Pitágoras e da dispersão da Escola. Depende-se, assim, inteiramente, dos fragmentos de informações fornecidas pelos seus sucessores, e pelos seus críticos ou críticos dos seus sucessores.
Uma considerável incerteza é, portanto, inseparável de qualquer consideração das doutrinas reais do próprio Pitágoras, mas pisa-se um terreno mais firme quando se investigam as opiniões dos seus seguidores.
Sabe-se que as suas instruções aos seguidores eram formuladas em duas grandes divisões: a ciência dos números e a teoria da grandeza. A primeira dessas divisões incluía dois ramos: a aritmética e a harmonia musical; a segunda era subdividida também em dois ramos, conforme se tratava da grandeza em repouso - a geometria, ou da grandeza em movimento - a astronomia. As mais notáveis peculiaridades das suas doutrinas estavam relacionadas com as concepções matemáticas, as ideias numéricas e simbolizações sobre as quais se apoiava a sua filosofia.
Os princípios que governam os Números eram, supunha-se os princípios de todas as Existências Reais; e, como os Números são os componentes primários das Grandezas Matemáticas e, ao mesmo tempo, apresentaram muitas analogias com várias realidades, deduzia-se que os elementos dos Números eram os elementos das Realidades.
Acredita-se que os europeus devem ao próprio Pitágoras os primeiros ensinamentos sobre as propriedades dos Números, dos princípios da música e da física; há provas, porém de que ele visitou a Ásia Central, e ali adquiriu as ideias matemáticas que formam a base da sua doutrina. A maneira de pensar introduzida por Pitágoras e seguida pelo seu sucessor Jamblico e outros, tornou-se conhecida mais tarde pelos títulos de Escola Italiana ou Escola Dórica.

História e lenda do Teorema de Pitágoras

Os geómetras gregos elevaram a um altíssimo grau de perfeição, técnica e lógica, o estudo das proporções entre grandezas, em particular o confronto entre figuras semelhantes. Eles basearam-se em tal estudo o cálculo não só de comprimentos incógnitos, mas também das áreas de muitas figuras planas limitadas por rectas, ou de volumes de sólidos limitados por planos.
Para confrontar as áreas das duas figuras planas semelhantes ( isto é, da mesma forma) é preciso confrontar não os lados correspondentes, mas os quadrados dos lados correspondentes. No entanto, alguns matemáticos estão de acordo com os estudiosos que pensam que os gregos fizeram o cálculo das áreas, num primeiro momento, por uma via mais simples e natural do que aquela que se baseia no confronto de figuras semelhantes e, em geral, sobre as proporções.
Um exemplo famoso, é o de Pitágoras e do seu teorema:« Num triângulo rectângulo, a área do quadrado construído sobre a hipotenusa é igual à soma das áreas dos quadrados construídos sobre os dois catetos. A lenda diz que Pitágoras compreendeu tão bem a importância da sua demonstração, que ordenou uma hecatombe, isto é, o sacrifício de cem bois aos deuses, em sinal de agradecimento e de alegria.
Naturalmente, sobre a descoberta de Pitágoras não temos jornais, nem livros, nem revistas da época, porque naquela época não havia nem jornais, nem livros, nem revistas. Temos só lendas, ou melhor, histórias de escritores que viveram séculos e séculos depois. Todavia, muitas razões nos induzem a acreditar na «história de Pitágoras». Talvez não se tenha chamado Pitágoras, talvez não tenha morto cem bois, mas um só, ou talvez não tenha sacrificado nem sequer um cordeirinho: tudo isto pode ser só lenda.
Mas que um estudioso da Grande Grécia ( com esta expressão incluíam-se a Itália Meridional e a Sicília), que viveu seiscentos anos a.c., tenha mostrado com um raciocínio geral a relação, a que chamamos Teorema de Pitágoras, entre os quadrados dos catetos e o da hipotenusa, para cada possível triângulo rectângulo, acreditamos que seja verdade.
Sabemos, para além disso, que no tempo de Pitágoras, nas ilhas gregas e na Grande Grécia, a geometria de recolha de regras práticas e de observações separadas, como aquela que recordamos agora, se transforma em ciência racional, isto é em raciocínios gerais sobre as figuras em geral. Portanto Pitágoras - hecatombe ou não hecatombe - demonstrou verdadeiramente, cerca de seiscentos anos a.c., que «a soma dos quadrados dos dois catetos, num triângulo rectângulo, é sempre igual, ou melhor, equivalente, ao quadrado da hipotenusa».

Este texto foi retirado do url: http://www.prof2000.pt/users/paulap/pitagoras.html


Aqui está uma das muitas demonstrações do Teorema de Pitágoras:

domingo, 3 de agosto de 2008

Ficha de Trabalho nº 2 - Cálculo mental

Ficha de Cálculo Mental e percentagens - clica aqui

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

9º Ano

Já foi publicada uma ficha de revisões sobre estatística - clica aqui

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Posições Relativas de Rectas e Planos

Este applet consiste em visualizar a posição relativas de rectas e planos do cubo aqui representado.

Como funciona?

  • Por exemplo, quero visualizar a posição relativa da recta AB e CD. Então, selecciono os quadrados correspondentes (Recta AB e recta CD). No cubo aparecem as rectas.
  • Movendo o ponto L, posso mudar a perspectiva do cubo....
  • As rectas AB e CD são estritamente paralelas.










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Alguns exercícios:

  1. Indica a posição relativa das rectas:

1.1 AD e EH

1.2 AB e BC

1.3 HD e AC

1.4 EB e FA

1.5 AB e BC

2. Inidca a posição relativa

2.1 da recta AB e do plano ABC

2.2 da recta BD e do plano FDC

2.3 da recta GH e do plano ABE

3. Indica a posição relativa dos planos:

3.1 ABC e ABG

3.2 ABE e CDH

4. Dá exemplos de:

4.1 duas rectas concorrentes perpendiculares

4.2 duas rectas estritamente paralelas.

4.3 dois planos perpendiculares

Resultados dos Exames Nacionais de Matemática do Ensino Secundário - 2ª Fase

Matemática do 12.º ano regressa às negativas


Resultados dos exames da segunda fase mostram 'trambolhão'

nas médias da disciplina

00h07m

TIAGO RODRIGUES ALVES

As notas dos exames da segunda fase, reveladas
esta terça-feira pelo Ministério da Educação,
parecem confirmar aquilo que os professores de
Matemática disseram no próprio dia do exame. A
prova da primeira fase era fácil e a da segunda
era bem mais complexa.

Senão veja-se: de uma média de 12,5 (com 7% de
reprovações), no total dos alunos, passou-se para
um negativo 8,9 (com 24% de "chumbos"). Em
relação aos alunos internos (os que efectivamente
frequentaram as aulas), apesar de não baixar para
valores negativos, a nota sofreu um "tombo" de
quase quatro valores. Passou de 14 para 10,6. O
Ministério, no comunicado divulgado ontem,
preferiu fazer a comparação com os valores da
segunda fase do ano passado. Ainda assim, mostram
uma descida de 9,3 para 8,9.

"Não é supreendente", afirmou ao JN Rita Bastos,
da Associação de Professores de Matemática.
"Agora, estamos mais ou menos como no ano
passado. Já estávamos à espera disto face às
diferenças entre as duas provas", disse.

Nuno Crato, presidente da Sociedade de
Matemática, é mais contundente. "É lamentável que
o Ministério, num intervalo de apenas duas
semanas, lance exames tão diferentes. É
francamente injusto para os alunos que fizeram
exames em fases diferentes", disse ontem ao JN

O professor afirmou, ainda, que esta descida "era
previsível": "Porque nos apercemos logo da
diferença do grau de complexidade entre as duas
provas. Nós vericámos isto no dia. Não percebo
como o Ministério não se aprecebeu com
antecedência". Mas haverá uma explicação? Nuno
Crato é prudente na resposta: "A verdade é que
não tem querido, sabido ou conseguido fazer
exames semelhantes de ano para ano e, agora, até
de fase para fase".

Na contabilização do Ministério, 16 disciplinas
subiram a média relativamente ao ano anterior
enquanto que 10 baixaram. Quatro disciplinas
surgiram pela primeira vez este ano. Das 30
disciplinas a exame, 21 tiveram média positiva.
E, das quatro provas mais concorridas, apenas
Matemática registou descidas em relação à 2.ª
fase de 2006/07.

Português volta à positiva

No exame de Português, a média subiu de 10,4 para
11,3 valores em relação à 2.ª fase de 2007. Em
relação à primeira fase de 2008 (9,7) também
subiu.

Física e Química mantêm

Nas provas de Física e Química A, houve apenas um
ligeiro aumento de 9,2 para 9,3, mentendo-se a
média em terrenos negativos. Na primeira fase
tinha sido também de 9,3.

Biologia e Geologia sobem

Neste exame verificou-se uma grande melhoria na
segunda fase de 2007 para a de 2008: 9 para 11,4.
Em relação à primeira fase deste ano (10,5)
também subiu mas já não tanto.

Números gerais

No total estavam inscritos 161.246 alunos, mais
4,7% do que em 2007, dos quais compareceram às
provas de exame 118.667 - mais 6,1%. Ou seja,
houve 26% de faltas, menos 1% do que no ano
anterior.

Depois do brillharete da primeira fase, eis que -
com a divulgação dos resultados da segunda fase -
a Matemática volta a apresentar valores
negativos. A média total dos alunos baixou para
8,9 e os internos baixaram 3,4 valores.

---
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=973198

segunda-feira, 28 de julho de 2008

domingo, 27 de julho de 2008

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Exames de Matemática - 2ª Fase

No dia 16 de Julho, realizaram-se os exames da segunda fase de Matemática.


deixo aqui os exames e respectivos critérios:

Matemática A - Exame - Critérios


Matemática B - Exame - Critérios

Ficha de 7º Ano

Para recordares nas férias:

Ficha de Trabalho nº1

Exame Nacional de Matemática 9º Ano

2ª Chamada do Exame Nacional de Matemática - clica aqui

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Exame Nacional de Matemática 9º Ano - 2008

É já amanhã que serão publicados os resultados dos exames nacionais do 3º ciclo do ensino básico.

Mais informações: clique aqui

terça-feira, 8 de julho de 2008

Projecto 1000 itens


"Este projecto, que teve início em Setembro de 2006, foi criado com o objectivo de disponibilizar a professores e a alunos, um banco de itens que constitua um recurso para levar a efeito objectivos de aprendizagem do programa de Matemática do 3.º ciclo. Os itens a construir devem articular conhecimentos de várias áreas e privilegiar essencialmente o raciocínio matemático, a resolução de problemas e a comunicação escrita, podendo ser trabalhados em contextos diversos, nomeadamente em sala de aula.

Os itens disponibilizados estão distribuídos por tarefas, muitas das quais exploram situações reais e a sua resolução exige uma adequada articulação de conhecimentos. As tarefas estão organizadas de acordo com os domínios temáticos que os itens respectivos abrangem. Uma tarefa pode, por essa razão, surgir em dois domínios temáticos diferentes.

Em Maio foram disponibilizados os primeiros 100 itens (45 tarefas) construídos no âmbito do Projecto 1000 Itens. Estes itens abrangem os 4 domínios temáticos do programa de Matemática do 3º ciclo – Álgebra e Funções, Estatística e Probabilidades, Geometria e Números e Cálculo – e são de grau de exigência médio, médio/elevado.
Até meados de Abril já foram disponibilizados 694 itens (314 tarefas).

No cabeçalho de cada tarefa existe informação adicional ao professor sobre o Domínio Temático, a Capacidade Matemática e o Material necessário à sua resolução.
Os itens encontram-se agrupados pelos seguintes domínios temáticos:

Projecto 1000 itens

Jogos Matemáticos

Quando pensas em matemática, de certeza que não pensas em jogos...

Esta é a melhor oportunidade para te divertires com a Matemática:


Jogo de sequências - Arrastas os números até à máquina e vê a sequência de números. Depois disso, preenche os espaços em branco da tabela de acordo com a sequência dos números.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Ficha de 7º Ano

Existem muitos exercícios que podes praticar durante estes dias de férias. Podes começar por resolver esta ficha de equações.


Calendário dos Exames Nacionais

http://www.acessoensinosuperior.pt/calendario.asp



Calendário Geral de Exames do Ensino Secundário e Acesso ao Ensino Superior - 2008

14 de Fevereiro
Início da venda, nas escolas de ensino secundário, do boletim de inscrição e das instruções de inscrição nos exames.

18 de Fevereiro a 29 de Fevereiro
Inscrição para a 1.ª fase de exames nacionais do ensino secundário (prazo normal).

25 de Fevereiro a 21 de Março
Inscrição para a realização de pré-requisitos, de acordo com o calendário concreto a fixar e divulgar por cada instituição de ensino superior que os exige (1).(ver Pré-requisitos - Calendário de Acções 2008)

03 de Março a 04 de Março
Inscrição para a 1.ª fase de exames nacionais do ensino secundário (prazo suplementar).

01 de Abril a 09 de Maio
Realização de pré-requisitos, de acordo com o calendário concreto a fixar e divulgar por cada instituição de ensino superior que os exige (1).


até 04 de Abril
Anulação da matrícula em disciplinas do ensino secundário (nos casos aplicáveis).

17 de Junho a 23 de Junho
1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.


07 de Julho
Afixação dos resultados da 1.ª fase dos exames nacionais.

07 de Julho a 09 de Julho
Inscrição para a 2.ª fase de exames nacionais do ensino secundário (prazo único).

10 de Julho a 23 de Julho
Apresentação da candidatura à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior: estudantes que reuniram as condições de candidatura após a afixação dos resultados da 1.ª fase dos exames nacionais (2).

14 de Julho a 18 de Julho
2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.

30 de Julho
Afixação dos resultados da 2.ª fase dos exames nacionais.


31 de Julho a 07 de Agosto
Apresentação da candidatura à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior: estudantes que, nos termos da lei, só reuniram as condições de candidatura após a afixação dos resultados da 2.ª fase dos exames nacionais.

11 de Agosto
Afixação dos resultados da reapreciação dos exames da 1.ª fase.

29 de Agosto
Afixação dos resultados da reapreciação dos exames da 2.ª fase.

15 de Setembro

Afixação do resultado da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.


15 de Setembro a 19 de Setembro
Apresentação da candidatura à 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.

13 de Outubro

Afixação do resultado da 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.




(1) Poderá ter lugar uma 2.ª chamada para a realização dos pré-requisitos para algumas instituições de ensino superior, nas condições e prazos fixados por deliberação da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior. Para informações sobre a existência, condições de utilização e calendários, consultar a instituição de ensino superior em causa.
(2) Os estudantes que embora tenham condições de apresentação da candidatura de 10/07 a 23/07, não a tenham apresentado, podem ainda fazê-lo de 31/07 a 07/08.
A candidatura apresentada através do sistema on-line decorre, sem interrupção, de 10/07 a 07/08.

Resultados dos Exames Nacionais de Matemática do Ensino Secundário

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/c919fe760c1c9c385887d5.html



Lisboa, 04 Jul (Lusa) - O presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática recusou hoje que a subida de notas do exame de 12º ano revele uma melhoria de ensino e acusou o ministério da Educação de estar a dar um "péssimo sinal" aos alunos.

O resultado dos exames anunciados hoje pelo ministério da Educação indicam que no exame de matemática B a subida média de notas foi superior a 50 por cento (visto que a média de notas passou de 7,5 valores para 11,4 este ano).

Em matemática A o aumento foi de 32 por cento face aos resultados do ano passado (12,5 valores este ano contra os 9,4 verificados em 2007): "É o milagre da multiplicação das notas", comentou ironicamente Nuno Crato.

O professor de matemática lembra que "há muito tempo" que a Sociedade Portuguesa de Matemática anda a dizer que os exames que o ministério tem feito não são comparáveis de ano para ano e que este ano a falta de comparação "ainda é mais patente".

"Nada se pode concluir sobre comparação de resultados", afirma, contrapondo a posição do ministério sobre a melhoria de notas que diz ser resultado de "mais tempo de trabalho e estudo por parte dos alunos acompanhado pelos professores", "provas de exame correctamente elaboradas, sem erros e com mais tempo de realização" e um "maior alinhamento entre o exame, o programa e o trabalho desenvolvido pelos professores".

Nuno Crato diz que "ninguém pode acreditar que os resultados traduzem uma melhoria de ensino" pois "da maneira como o ministério está a conduzir os exames" essa melhoria não se pode avaliar.

"As subidas [de nota] são tão grandes que não podem traduzir nada real. O ministério está a dar um péssimo sinal aos alunos, dizendo-lhes que a melhoria das notas depende da forma como os exames são feitos e não do seu trabalho", adiantou Nuno Crato.

Segundo os dados oficiais hoje divulgados, no exame de Matemática A do 12º ano a taxa de reprovação baixou para 7 por cento, contra os 18 por cento do ano passado, numa prova em que a média de notas foi de 12,5 valores.

A taxa de reprovação de 7 por cento dos 36.674 alunos que fizeram este ano a prova de Matemática A é menos de metade da verificada no ano passado (18 por cento) e cerca de um quarto da de 2006 (29 por cento).

Em relação aos alunos internos (ou seja, os que frequentaram a disciplina durante todo o ano), a média obtida foi de 14 valores, 3,4 valores acima do que se verificou em 2007, ano em que pela primeira vez a média obtida por estes alunos foi superior a 10 valores.

No total dos alunos, ou seja incluindo os alunos que alunos que já estavam chumbados e se auto-propuseram a exame, a média é de 12,5 valores (mais 2,1 valores do que os 9,4 de 2007).

Na Matemática B (prova realizada por 6.731 alunos), a média de resultados foi de 11,4, uma subida em relação aos 7,5 valores verificada em 2007.

A taxa de "chumbos" neste exame foi igualmente de 7 por cento contra os 24 por cento de 2007 e os 30 por cento em 2006.

Na Matemática Aplicada às Ciências Sociais o cenário é inverso: a média de 9,6 valores obtida este ano pelos 8.533 alunos é inferior aos 11,5 valores do ano passado. Também a taxa de reprovações aumentou de 7 por cento em 2007 para 13 por cento este ano.

Num comunicado divugado hoje, o Ministério da Educação enaltece a "melhoria" nos resultados da Matemática, "que se verifica pelo terceiro ano consecutivo".

Por outro lado, o ME diz que os resultados deste ano resultam do "efeito combinado de três factores": "mais tempo de trabalho e estudo por parte dos alunos acompanhado pelos professores [...] no âmbito do Plano de Acção para a Matemática", "provas de exame correctamente elaboradas, sem erros e com mais tempo de realização" e um "maior alinhamento entre o exame, o programa e o trabalho desenvolvido pelos professores".

A tutela salientou ainda a "elevada correlação (0,71) entre as classificações internas e as do exame nacional".

domingo, 6 de julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

sábado, 21 de junho de 2008